Halloween e satanismo

Alexandre Augusto Tavares, 2/10/2015 - Revista Por Ali, nº 2

· Apologética ·

Símbolos do Halloween

Está se tornando cada ano mais frequente, no Brasil, celebrar a Noite das Bruxas (mais conhecida como Halloween) no último dia de outubro. À primeira vista, simplesmente um evento criado pelos antigos Celtas e celebrado tradicionalmente pelos povos de língua inglesa.

Não nos deteremos aqui sobre as origens e modificações que a festa sofreu durante os séculos.

Hoje em dia ela convida as crianças a se fantasiarem e decorar o ambiente com o tema bruxaria-terror-morte, comer docinhos e fazer travessuras. Muita gente participa inocentemente da celebração, sem se dar conta do que exatamente estão participando.

Trata-se da festa mais importante no calendário dos bruxos e satanistas, onde se fazem rituais ocultos envolvendo sacrifícios humanos com o fim de adorar o demônio e obter maldições contra pessoas. Tais rituais envolvem orgias sexuais sinistras, canibalismo, consumo de sangue humano e outras práticas macabras.

Informações precisas, com descrições detalhadas a esse respeito, são fornecidas por diversos ex-satanistas de várias partes do mundo, convertidos ao cristianismo. Pela intervenção da graça de Deus, conseguiram se livrar dos pactos que haviam feito com o diabo, e hoje se dedicam a alertar o mundo contra o satanismo, especialmente nas comemorações do Halloween.

Segundo esses convertidos, os sacrifícios mais poderosos diante de Satanás são aqueles onde crianças ou fetos são realmente imolados. As clínicas de aborto, formais ou informais, costumam ser um dos lugares preferidos para este infanticídio. Frequentemente, médicos e funcionários deste tipo de estabelecimento são adoradores do demônio e aproveitam cada aborto para seus rituais, mesmo que a mãe não se dê conta.

Embora muitos detalhes sejam abertamente revelados sobre o assunto, limitamo-nos ao que foi dito acima, alertando pais e responsáveis por crianças, para que evitem energicamente que elas comemorem a festa das bruxas, pois mesmo sem ter intenção, elas estariam participando dos diversos atos de magia negra realizados nesta circunstância. Esta participação, ainda que involuntária, acontece como uma “comunhão maldita”, diametralmente oposta à Comunhão dos Santos católica.